Ser bilionário é uma conquista que apenas 2.781 pessoas na população mundial, que se aproxima de 8 bilhões, alcançaram. Um número ainda menor possui patrimônio líquido de multibilhões de dólares, com alguns poucos chegando a US$ 100 bilhões. Agora, um novo clube se destaca: o dos US$ 200 bilhões, ao qual pertencem apenas três líderes da tecnologia: Jeff Bezos, Elon Musk e Mark Zuckerberg.
Zuckerberg não apenas entrou nesse clube, mas acumulou uma quantidade significativa de riqueza neste ano. Seu patrimônio líquido aumentou em US$ 72,2 bilhões em 2024, segundo o Índice de Bilionários da Bloomberg, totalizando US$ 200 bilhões. Jensen Huang, CEO da Nvidia, teve o segundo maior aumento de patrimônio, com US$ 58 bilhões. Musk permanece como o mais rico, com US$ 265 bilhões, seguido por Bezos com US$ 216 bilhões.
Zuckerberg se posiciona à frente de outros grandes executivos, incluindo Larry Ellison, Bill Gates e Steve Ballmer. Em uma gravação do podcast Acquired, ele afirmou que a estratégia da Meta é aprender mais rápido do que qualquer concorrente para vencer. Isso se traduz na construção de produtos melhores por meio de lançamentos mais rápidos.
Embora receba um salário de US$ 1, Zuckerberg compensa com sua participação na Meta. Ele é o maior acionista da empresa, com cerca de 345,5 milhões de ações. Neste ano, recebeu US$ 24,4 milhões em “outra remuneração”. Essa remuneração adicional visa proteger sua posição, dado que sua imagem está fortemente ligada à da Meta.
A Meta, que opera Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp, teve um bom desempenho em 2024. As ações da empresa subiram 60% desde o início do ano e 85% ano a ano. Zuckerberg atribui esse desempenho ao foco em inteligência artificial. Em um comunicado de resultados, ele mencionou que a Meta AI está a caminho de se tornar o assistente de IA mais utilizado.
Apesar dos avanços, o “Ano da Eficiência” de Zuckerberg trouxe desafios para os trabalhadores e para projetos como realidade aumentada. Essa iniciativa, que começou em fevereiro de 2023, resultou em demissões em massa. A Meta explicou que essa decisão é parte de um esforço para priorizar produtos que melhor atendam às necessidades futuras dos consumidores e clientes empresariais.

