Você está pronto para a renda variável? Descubra com algumas dicas

Conheça dicas para entrar na renda variável (Foto: Pexels)

Você sabe como pode começar na renda variável? Ao começar no mundo dos investimentos, muitas pessoas ficam maravilhadas com a capacidade de lucrar com os ‘juros compostos’. Afinal, aumentar o seu capital com a quantia que você já tinha investido parece magia, não é mesmo? 

No entanto, o grande erro de muitos investidores é ter começado a engatinhar na renda fixa e partir para a renda variável.  Embora isso seja pessoal, com algumas dicas práticas você consegue entender se está ou não pronto para a tão falada renda variável, conseguindo entrar neste universo com mais segurança. 

Afinal, o que é a tão falada renda variável? Antes de listarmos as dicas, precisamos explicar este investimento. 

O que é a renda variável? 

Renda variável é todo tipo de investimento que não garante nem um ganho fixo, nem a devolução do total aplicado. Pode variar para mais ou para menos. 

Dessa forma, o investidor de renda variável pode ganhar ou perder dinheiro, pois o valor do ativo — sejam ações, ouro ou Fundos Imobiliários — oscilam durante o período. Não é possível saber com antecedência o quanto o dinheiro renderá — como acontece na renda fixa — e pode receber de volta até menos do que investiu. 

Quais são os tipos de renda variável? 

  • Ações — É um papel que representa uma fração de uma empresa que decidiu abrir o seu capital para o mercado. Desta foram, quem adquire uma ação se torna sócio de uma empresa. 
  • Fundos de ações — São fundos de investimentos que aplicam em ações. O valor das cotas do fundo sobem segundo as ações. 
  • Fundos multimercados — São fundos que investem em ações e também em outros artigos de renda variável. 
  • Ouro —  Ele é negociado através de contratos na Bolsa ou mesmo o metal físico, negociado em gramas e com cotação variável. 
  • Câmbio — Investimentos em moedas como o dólar, o euro ou a libra. 
  • Derivativos — O valor deste depende de outros ativos, que podem ser físicos, como as ações de uma empresa, o ouro ou até mesmo o café — ou o financeiro, com o Ibovespa, por exemplo, o índice da Bolsa. 

Existem riscos? 

O investidor de renda variável corre o risco de perder dinheiro na hora que for resgatar o seu investimento se o ativo estiver valendo menos do que quando aportou. Há o risco de resgatar menos do que foi aplicado, mas também a possibilidade de perder todo o investimento, como em alguns contratos de derivativos. 

Justamente por este motivo, a renda variável não é recomendada para o curto prazo, por isso, não serve como uma reserva de emergência. Historicamente, eles são excelentes opções para o longo prazo. As ações, por exemplo, costumam bater os produtos de renda fixa, como o Tesouro Direto com o passar dos anos.

Como saber se estou pronto para a renda variável? 

Estar pronto para a renda variável ou não é algo relativo, já que depende muito do quanto a pessoa estudou aquele assunto, se sente segura e também o perfil de investidor da pessoa: conservador, moderado ou arrojado. 

O investidor conservador é aquele que costuma dar muito mais importância para a segurança, ou seja, prefere investimentos que oferecem baixo risco e menos volatilidade. O arrojado é aquele que tem mais apetite aos riscos e na comparação com outros perfis, é o mais tolerante ao risco. 

O moderado é aquele que está no meio do caminho, com características do conservador e do arrojado. 

Confira dicas abaixo para saber se você está pronto para a renda variável:

Para Wyll Chaves, assessor de Investimentos da B. Trader, uma das dicas para que a pessoa comece na renda variável com segurança é a reserva de emergência. Se você já possui uma reserva de emergência, é o primeiro indicativo de que você pode estar pronto para a renda variável — já que conseguirá começar nela com mais segurança. 

“A reserva de emergência garante a segurança e estabilidade psicológica do investidor que quer entrar em renda variável nos momentos em que a carteira ficar negativa, e, acreditem, esses momentos sempre acontecem”, explica Chaves. 

Você quer ser sócio desta empresa mesmo?

Para o assessor da B. Trader, muitas pessoas quando estão entrando na Bolsa de Valores se importam apenas com o preço do ativo, sem analisar a empresa ou avaliar se realmente têm interesse — o que é imprescindível.

“É importante saber que ao comprar ações você se torna um dos sócios de uma empresa, então, pra quem está começando, então pense sempre se você quer ser sócio de uma empresa como a que está analisando”, detatalha Chaves. 

O assessor de investimentos ainda ressalta que essa análise é essencial para que se escolha boas empresas com consciência: “Uma das partes boas de ser sócio é que quando a empresa lucra, ela pode usar esse lucro para investir no seu próprio crescimento, ou distribuir entre os donos. Qual empresa que você quer ter compondo seu patrimônio?”. 

Avalie os riscos 

Por fim, Wyll Chaves destaca que o essencial na hora de investir é ter consciência de todos os riscos e as possibilidades — além de prospectar o motivo que o levou para a renda variável e qual a rentabilidade que você deseja. 

“O primeiro passo pra investir em bolsa é entender que há risco do seu patrimônio perder valor. Você está tranquilo se isso acontecer? Pra esse risco valer a pena, é necessário que a possibilidade de retorno compense uma eventual perda. Quanto você busca ganhar com seu investimento?”, questiona, apontando que é preciso ter isso em mente para investir em uma empresa da qual você realmente queira ser sócio. 

Quer turbinar os seus investimentos? Então preencha este formulário que um assessor da BBI Capital entrará em contato para mostrar as aplicações disponíveis!   

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