Nos últimos anos muitas coisas mudaram no mundo. Uma dessas mudanças foi a percepção da população sobre o INSS (Instituo Nacional do Seguro Social). Após a Reforma da Previdência, visando a aposentadoria, uma das opções para os brasileiros foi a previdência privada.
Antes de qualquer coisa é preciso ter em mente que a aposentadoria pelo INSS é um dos benefícios garantidos pelo governo para os trabalhadores contribuintes. Esse direito só pode ser resgatado em situações bem específicas e possui um teto máximo: não importa o quanto você contribuiu durante a vida, o valor mensal que você receberá com a aposentadoria não pode ultrapassar um limite (que passa por reajustes periódicos).
A previdência privada é um investimento a longo prazo e mais flexível, já que você pode escolher qual o mais adequado aos seus objetivos, o valor da contribuição e a liquidez, por exemplo. Nesse modelo você recebe a contribuição investida ao longo dos anos somada com os rendimentos mensalmente ou tudo de uma vez.
Planejamento financeiro
Para se organizar para a sua aposentadoria, é preciso ter um planejamento financeiro visando objetivos de curto, médio e longo prazo. A expectativa de vida dos brasileiros tem aumentado. Considerando isso, é preciso entender como a pessoa deve se manter durante anos. É aí que entra a previdência privada, que funciona, muitas vezes, como complemento à aposentadoria pública para proporcionar essa manutenção do padrão de vida.
Quanto antes começar a investir, menor será o seu esforço e mais os juros irão trabalhar por você.
Atenção redobrada
A previdência privada é uma ótima ferramenta para nossa aposentadoria, mas alguns cuidados são necessários na hora de contratar, especialmente com relação às taxas. Muitos produtos tem taxas de carregamento ou altas taxas de administração, por isso fique de olho.
VGBL X PGBL
Praticamente todos os planos abertos comercializados hoje em dia possuem o formato VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) ou PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres). E não existe melhor ou pior, somente o mais adequado para cada pessoa. Contudo, a escolha errada pode trazer prejuízos ao investidor, já que as modalidades dizem respeito ao quanto você vai pagar.
A VGBL é indicada para pessoas isentas do IR (imposto de renda) ou que fazem a declaração simplificada. Como não há abatimento das contribuições, o imposto a ser pago no resgate será calculado apenas sobre o rendimento das aplicações e não sobre os aportes/depósitos.
Já a PGBL é indicada para quem faz a declaração completa do IR e possuem imposto retido na fonte. Essa modalidade permite que você deduza o valor das contribuições da sua base de cálculo do IR, com limite de 12% da sua renda bruta anual. Assim é possível reduzir o valor do imposto a pagar ou aumentar a restituição de IR.
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