Você pode não saber a que se refere este nome, mas com certeza você conhece alguma empresa que se enquadra em uma “empresa de dividendos”.
Estas empresas são consideradas grandes empresas — muitas vezes “blue chips” — que são conhecidas por já serem consolidadas no mercado. Muitas vezes, elas não possuem mais espaço para crescer no mercado e/ou já dominam o mercado em que atuam. Justamente por este motivo, elas são conhecidas por distribuírem altos dividendos.
Antes de falarmos mais sobre estas empresas, vamos esmiuçar o que são os proventos.
O que são dividendos?
Proventos se referem a uma parte dos lucros de uma empresa, que são distribuídos aos acionistas como forma de remuneração. A maior parte das empresas estáveis distribuem dividendos — visando “recompensar” seus atuais acionistas e também atrair novos.
Afinal, quanto maior o lucro que ela registrar com o passar do tempo, mais ela se tornará atrativa para o mercado.
Conheça “empresas de dividendos”
Estas empresas — que pagam proventos com certa regularidade ou altos valores — o chamado yield — são comumente buscada por investidores que visam renda no longo prazo ou visando a aposentadoria.
Em 2021, as empresas brasileiras distribuíram US$25,4 bilhões em dividendos, um recorde até então e muito acima dos US$9,4 bilhões de 2020, apontou um estudo recente.
A importância de reinvestir
Buscando maximizar o retorno total do investidor ao longo do período de alocação nessa classe de ativos, os dividendos que são pagos, uma vez reinvestidos, contribuirão para aumentar tanto o montante total do investimento quanto a geração de caixa do investidor, com o pagamento de novos proventos.
Assim, a maioria dos analistas indica que ao menos uma parte dos dividendos seja reinvestido. Se possível, o ideal é que nos primeiros anos os dividendos sejam reinvestidos como um todo para contribuir com a famosa “bola de neve”.

