Bolsas recuam antes do payroll; produção industrial no Brasil e mais

Bolsas recuam antes do payroll; produção industrial no Brasil e mais (Foto: Pexels)

As bolsas mundiais registram recuo na manhã desta sexta-feira (02), enquanto investidores aguardam pelo relatório de empregos (payroll) dos Estados Unidos de novembro e monitoram as notícias sobre a política de Covid Zero da China. 

Economistas consultados pela Reuters esperam que a economia americana tenha criado 200 mil empregos em novembro, uma queda em relação aos 261 mil empregos criados em outubro. 

O relatório de hoje é o último mensal de emprego antes da reunião de dois dias do Federal Reserve em 13 e 14 de dezembro, na qual o BC dos EUA deve aumentar sua taxa juros em 0,5 ponto percentual. 

Além disso, agentes do mercado buscam clareza acerca de um leve abrandamento das rigorosas restrições à Covid na China após anúncios de autoridades chinesas. 

No Brasil, após o PIB do terceiro trimestre desacelerar para 0,4%, as atenções se voltam para o indicador de atividade industrial referente ao mês de outubro e o consenso Refinitiv prevê estabilidade em relação a setembro – na comparação anual, projeta crescimento de 1,6%. 

Estados Unidos

Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta manhã de sexta-feira (2), à espera da divulgação do relatório de empregos de novembro, com previsão de criação de 200 mil empregos. 

Analistas também esperam que a taxa de desemprego se mantenha em relação ao mês anterior, em 3,7%. Na véspera, o Dow e o S&P a vista fecharam em baixa de 0,56% e 0,09%, nesta ordem. O Nasdaq Composite subiu 0,13%. 

Veja o desempenho dos mercados futuros: 

  • Dow Jones Futuro (EUA), -0,10% 

  • S&P 500 Futuro (EUA), -0,09% 

  • Nasdaq Futuro (EUA), -0,18% 

Ásia

Os mercados asiáticos fecharam com baixa no último pregão da semana, à medida que investidores buscam clareza sobre as mudanças nas regras de restrições da Covid na China. Na frente econômica, a inflação da Coreia do Sul para novembro ficou em 5% na base anual, abaixo das estimativas de 5,1% de uma pesquisa da Reuters. 

  • Shanghai SE (China), -0,29% 

  • Nikkei (Japão), -1,59% 

  • Hang Seng Index (Hong Kong), -0,33% 

  • Kospi (Coreia do Sul), -1,84% 

Europa

Mercado europeu adota medidas para conter inflação. (Foto: Pexels)

Os mercados europeus operam em baixa nesta sexta-feira, com investidores monitorando de perto as notícias da China sobre sua política de Covid Zero e aguardando os dados das folhas de pagamento dos Estados Unidos. 

Em indicadores, os investidores vão repercutir os dados de importação e exportação da Alemanha e preços ao produtor da zona do euro. 

  • FTSE 100 (Reino Unido), -0,50% 

  • DAX (Alemanha), -0,13% 

  • CAC 40 (França), -0,44% 

  • FTSE MIB (Itália), -0,29% 

‘Commodities’

As cotações do petróleo operam quase estáveis na sessão de hoje, na esteira do fortalecimento do dólar americano, enquanto a flexibilização das restrições do Covid-19 em duas cidades chinesas limitou as perdas. 

  • Petróleo WTI, -0,25%, a US$ 81,02 o barril 

  • Petróleo Brent, -0,06%, a US$ 86,83 o barril 

  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 2,21%, a 787,50 iuanes, o equivalente a US$ 112,16 

Brasil

Ibovespa 

Ibovespa fecha em alta (Foto: Pexels)
Ibovespa fecha em alta (Foto: Pexels)

O Ibovespa fechou em queda de 1,39% nesta quinta-feira (1), primeiro pregão do último mês de 2022, chegando aos 110.925 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira teve performance pior do que seus pares americanos, com investidores ainda monitorando a questão fiscal e as sinalizações sobre a equipe econômica do governo eleito. 

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