Nos últimos tempos, muito tem se falado de ESG (Meio ambiente, social e Governança, em inglês) e a importância de aliar os investimentos a valores que visem melhorar o meio ambiente, por exemplo. A ideia é que empresas de renome passem a considerar os tópicos citados anteriormente em seu dia a dia e estratégias – atraindo investidores que tem estes mesmos valores.
Com a maior adesão dos investidores, estes termos ganharam os noticiários e materiais relacionados a investimentos, deixando alguns investidores sem saber o que fazer – e como se nortear.
Neste sentido, um dos termos que mais tem se destacado é a transição energética. A informação de que a Terra está superaquecendo não é nova. Segundo dados da NASA, a temperatura média em 2020 superou de 1,02 graus do período 1950- 1980.
O aquecimento global, além de provocar o derretimento das geleiras e o aumento do nível do mar, desencadeia outras mudanças climáticas, como a desertificação e o aumento de fenômenos extremos, entre os quais furacões, inundações e incêndios: a alteração do clima pode causar danos incalculáveis.
Para a comunidade científica, é unânime em atribuir a causa às emissões antropogênicas de gases de efeito estufa na atmosfera – principalmente após a revolução industrial. Uma das formas de conter este problema é a transição energética, ou seja, a passagem de uma matriz energética focada nos combustíveis fósseis para uma com baixa ou zero emissões de carbono, baseada em fontes renováveis.
No passado, vivemos outras grandes mudanças fundamentais, como a passagem da madeira para o carvão, no século 19, e do carvão para o petróleo, no século 20. O que diferencia esta transição das anteriores é a urgência de proteger o planeta da maior ameaça que já enfrentou, e isso deve ser feito o mais rápido possível.
A transição energética, porém, não se limita ao fechamento gradual das usinas a carvão e o desenvolvimento de energias limpas: é uma mudança de paradigma de todo o sistema. A digitalização das redes permite criar redes inteligentes, abrindo o caminho para novos serviços aos consumidores.
Em termos ambientais, as fontes renováveis e a mobilidade elétrica reduzem a poluição, e as usinas a carvão podem ser convertidas em uma ótica de economia circular.
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