Em 2023, o Tesouro Direto passou a contar com modalidades de títulos públicos voltadas à renda complementar. Primeiro, foi o Tesouro RendA+, lançado no início do ano para quem deseja reforçar a aposentadoria. Depois, foi a vez do Tesouro Educa+, que vai ajudar os pais a programarem com bastante antecedência o custeio dos estudos dos filhos, sendo mais um dos lançamentos que visa ajudar no planejamento financeiro dos filhos.
O que é o Tesouro Educa+?
Esse é o mais novo título do Tesouro Direto, criado com o objetivo principal de custear a educação, seja uma faculdade, uma especialização, um curso técnico, um intercâmbio, ou qualquer outro tipo de gasto relacionado a esse propósito.
Na prática, o Tesouro Educa+ é uma Nota do Tesouro Nacional Série B (NTN-B), pois tem parte de sua remuneração atrelada ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), indicador que mede a inflação oficial do Brasil.
Como funciona o título?
O investimento no Educa+ prevê dois períodos: um de acumulação e outro de conversão, exatamente como acontece nos planos de previdência privada que conhecemos.
Em 2023, o Tesouro Direto passou a contar com modalidades de títulos públicos voltadas à renda complementar. Primeiro, foi o Tesouro RendA+, lançado no início do ano para quem deseja reforçar a aposentadoria. Depois, foi a vez do Tesouro Educa+, que vai ajudar os pais a programarem com bastante antecedência o custeio dos estudos dos filhos.
O investimento no Educa+ prevê dois períodos: um de acumulação e outro de conversão, exatamente como acontece nos planos de previdência privada que conhecemos. Segundo comunicado do Tesouro Direto, o Educa+ foi inspirado no conceito de SeLFIEs, justamente porque seu objetivo é facilitar a poupança para planejamento e custeio da educação.
Qual o valor mínimo para investir no Tesouro Educa+?
Os títulos que atualmente são comercializados variam entre R$ 31 a pouco menos de R$ 60. Lembrando que essas cotações podem sofrer alterações, à medida que o programa acrescente novos vencimentos ou de acordo com as condições de mercado.
Qual o prazo para resgate?
Quem fica com o título até o vencimento começa a resgatar as parcelas mensais na data de conversão. Até o momento, o Tesouro Direto disponibilizou 16 títulos com opções de conversões todos os anos, sendo a primeira em 2026 e a última, em 2041. Os fluxos de recebimentos começam a partir do dia 15 de janeiro do ano escolhido.
Se decidir resgatar antecipadamente, o investidor precisará esperar 60 dias contados do início da aplicação. Nesse caso, é importante saber que o título sofrerá marcação a mercado, o que poderá alterar o seu valor para mais ou para menos.
Na marcação a mercado, não há garantias de que o investidor consiga a mesma remuneração que contratou no início da aplicação. Isso porque o preço do título poderá oscilar para cima ou para baixo, dependendo das condições de mercado no momento da venda.
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