Nunca é cedo para começar a pensar na sucessão patrimonial, já que essa é uma das melhores formas do mercado para se preparar para o futuro. Através da sucessão patrimonial, você define como os seus bens e direitos serão divididos entre a sua família, pensando na criação de um patrimônio familiar no longo prazo.
Qual é o objetivo?
O maior objetivo desta estratégia é deixar a divisão definida em vida e evitar disputas judiciais e brigas, que podem ocorrer nas famílias. Planejando a sua sucessão em vida, existem vários instrumentos à disposição, o que permite ter um custo de sucessão menor.
Mas, independente de fazer doação em vida ou em um processo de inventário, é preciso lembrar que o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) estará sempre presente. Apesar de ter grande importância, muita gente se pergunta: “por que eu deveria me preocupar com a minha herança, se eu tenho poucos bens?”.
Além de suavizar a transmissão dos bens, diminui a burocracia, os impostos e os custos. Justamente por este motivo o planejamento sucessório patrimonial é um instrumento jurídico necessário para todas as famílias.
Objetivos centrais ao adotar essa tática:
- Antecipação da herança em vida, evitando conflitos
- Eliminação da necessidade de inventário
- Blindagem patrimonial
- Redução de custos fiscais
Como economizar e planejar a sucessão patrimonial?
Quando se pensa no repasse do patrimônio aos herdeiros, é comum achar que a divisão pode ser feita de qualquer maneira, a depender do desejo do titular. No entanto, no nosso país a situação não acontece dessa forma. A lei brasileira exige que 50% do patrimônio seja repassado para pais, filhos e cônjuges.
O restante pode ser doado ou deixado para outras pessoas. Por isso, o primeiro passo para economizar e planejar a sucessão patrimonial é fazer um inventário de tudo que se tem. Esse é o processo de pesquisa, que também inclui a análise prévia de todas as ferramentas legais a serem cumpridas.

