Nesta quinta-feira (23), a Assembleia Geral das Nações Unidas manteve o isolamento da Rússia e pediu uma “paz abrangente, justa e duradoura”, novamente exigindo que Moscou retire suas tropas e pare de lutar, em reunião para marcar um ano desde que Moscou invadiu a Ucrânia.
Um dia depois de o principal diplomata da China visitar Moscou e prometer uma parceria mais profunda com a Rússia, Pequim se absteve na votação — a quarta vez que o faz desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro do ano passado.
O Brasil, em contrapartida, abandonou a postura neutra que vinha adotando no ano passado e votou a favor da resolução aprovada nesta quinta-feira com 141 votos favoráveis e 32 abstenções. Seis países se juntaram à Rússia para votar contra.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem defendido que seja criado um grupo de países para se alcançar a paz no conflito que completa um ano. O político defende a importância da China — país que mantém boa relação com o presidente russo, Vladimir Putin — nessas negociações e já declarou sua intenção de tratar do assunto com o presidente chinês, Xi Jinping, em viagem ao país asiático em março.
Lula, inclusive, já discuiu o tema com o chanceler alemão, Olaf Scholz, durante visita ao Brasil, e com o presidente da França, Emmanuel Macron, além do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, quando Lula o visitou nos EUA.
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