A Bolsa de Valores é um dos investimentos que ‘enche os olhos’ dos investidores iniciantes — principalmente para aqueles que visam construir patrimônio através dos investimentos. Assim como a internet facilitou o acesso à educação financeira, ela também causou certa confusão nos mais novatos.
Com tantos conteúdos, muitos investidores se sentem ‘perdidos’, sem saber ao certo pode onde começar. Devo nvestir na renda variável de primeira? Ou devo ter uma reserva de emergência antes? Por onde começar? Nós, da Boa Brasil Investimentos, queremos sanar estas dúvidas e para te ajudar, preparamos uma publicação especial.
Antes de partirmos para os 5 passos práticos para começar a operar na bolsa de valores da forma correta, é preciso entender o que é a renda variável.
O que é a renda variável?
Renda variável é todo tipo de investimento que não garante nem um ganho fixo, nem a devolução do total aplicado. Pode variar para mais ou para menos.
Dessa forma, o investidor de renda variável pode ganhar ou perder dinheiro, pois o valor do ativo — sejam ações, ouro ou Fundos Imobiliários — oscilam durante o período. Não é possível saber com antecedência o quanto o dinheiro renderá — como acontece na renda fixa — e pode receber de volta até menos do que investiu.
O que é renda fixa?
Esta espécie de investimento é chamada de ‘fixa’ justamente por ter um rendimento previsível. Ela pode contar com percentual fixado mensalmente ou estar atrelada a algum indicador econômico, como a taxa Selic, o CDI ou até mesmo a inflação, protegendo o seu capital em momentos como o atual — em que no ano passado, por exemplo, a inflação ultrapassou os 10%.
Qual o ‘melhor’ para iniciantes?
Para as pessoas que estão começando no universo dos investimentos, o mais indicado são os investimentos em renda fixa pela sua estabilidade e segurança. Confira algumas das vantagens:
Rentabilidade estável;
Segurança do FGC;
Facilidade de aplicação e resgate;
Acessível para todos;
Diversificação — Permite investir no setor imobiliário (LCI), agronegócio (LCA) e empresas (debêntures);
Alguns investimentos como os CDBs possuem liquidez diária;
Isenção — algumas aplicações de renda fixa contam com a isenção de impostos, como é o caso da LCI e LCA.
Como saber se estou pronto para a renda variável?
Estar pronto ou não é algo extremamente relativo, já que existem pessoas mais propensas para o risco do que outras. Além disso, outro fator que impacta o ‘estar pronto’ é também o quanto se estudou sobre aquele assunto e quão seguro o investidor está.
Para ajudar os investidores, existem, de uma forma geral, três perfis de investir:
- Conservador: O investidor conservador é aquele que costuma dar muito mais importância para a segurança, ou seja, prefere investimentos que oferecem baixo risco e menos volatilidade.
- Arrojado: O arrojado é aquele que tem mais apetite aos riscos e na comparação com outros perfis, é o mais tolerante ao risco.
- Moderado: O moderado é aquele que está no meio do caminho, com características do conservador e do arrojado.
Vale lembrar ainda que outro fator que ajuda o investidor iniciante a entender se ele está pronto para a renda variável ou não é a famosa ‘reserva de emergência’. Ela é um ‘porto-seguro’ para os investidores e essencial para que você comece na renda variável de forma segura.
Confira abaixo 5 passos para começar a operar na renda variável
Antes da renda variável, é preciso ter reserva de emergência
O primeiro passo para investir com segurança é a reserva. Por isso, mesmo que você esteja ansioso para começar usar o seu aporte mensal para a alcançar os seus objetivos — como a independência financeira, por exemplo — foque em construir a sua reserva.
Com a reserva montada, você estará preparado para enfrentar as oscilações da Reserva de emergência, além de ter tranquilidade em todo o resto de sua vida.
Estude o mercado
Embora pareça óbvio, muitos ‘afobados’ começam a investir sem ter em mente a importância de se estudar. O estudo é a base para que você invista com consciência e consiga encontrar as melhores oportunidades.
Estude o que é o mercado de renda variável, para que serve, como se aportar e entenda do assunto antes de investir o seu capital nele.
Acompanhar sites de notícias com o ‘Boa Brasil Investimentos’ — que cobre o mercado diariamente — é uma opção para se inteirar sobre o assunto e entender o motivo de uma ação cair ou subir sabendo da perspectiva econômica mundial.
Se inspire e leia
Você ainda é leigo e se perde quanto as pessoas usam termos como ‘ordem’, ‘stop-loss’ ou ‘mercado’? Que tal começar a ler mais sobre o assunto. Existem muitas obras que tratam de investidores que começaram do zero e hoje acumulam fortuna com a Bolsa de Valores. Um exemplo destes é o caso de Warren Buffet, considerado o maior investidor do mundo.
Usar livros como ‘O jeito Warren Buffet de investir’ é uma boa alternativa para quem ainda está começando neste universo e ainda não sabe ao certo quais os passos devem tomar.
Avalie a empresa de renda variável
Antes de aportar todo o seu capital em uma empresa, estude ela. Ao adicionar o nome da empresa junto com o termo ‘RI’ no google você encontrará o site de relação com os investidores e encontrará todas as informações possíveis sobre aquela empresa que você deseja estudar — dentre balanços, patrimônio, etc.
Avalie os riscos
O primeiro passo para investir em bolsa é entender que há risco do seu patrimônio perder valor. Você está tranquilo se isso acontecer? Para esse risco valer a pena, a possibilidade de retorno deve compensar uma eventual perda. Quanto você busca ganhar com seu investimento?
É preciso ter isso em mente para investir em uma empresa da qual você realmente queira ser sócio.
Quer saber mais sobre o cenário de investimentos? Então preencha este formulário que um assessor da BBI Capital entrará em contato para mostrar as aplicações disponíveis!

