Para os iniciantes no mundo dos investimentos, um dos maiores ‘queridinhos’ são os Fundos imobiliários, os famosos FIIs. Mais fáceis de entender e menos voláteis que as ações, eles parecem ser oportunidades mais atrativas para os investidores que ainda estão entendendo sobre esse mercado.
Além de ser uma excelente opção para ‘sentir’ a renda variável — especialmente para quem passou anos na renda fixa — também é uma opção interessante para os que almejam alcançar a independência financeira. Além disso, ainda pode ser uma opção para os que são adeptos de viver de aluguéis.
Entenda o que são os FIIs
Fundos imobiliários ou FIIs, sigla usada no mercado, funcionam como outros fundos de investimento: eles reúnem pessoas interessadas em investir e têm gestores responsáveis por controlar e gerenciar onde o dinheiro será aplicado.
Os ativos que pertencem aos FIIs são empreendimentos imobiliários ou aplicações financeiras ligadas a este mercado.
Como funcionam?
Os FIIs são controlados por um gestor que acompanha o mercado diariamente e administra o seu patrimônio. Os resultados do fundo, seja rentabilidade ou perda, são repassados de forma igual para os investidores. Assim, é como se o investidor recebesse todos os meses uma espécie de ‘aluguel’ dos FIIs que possui.
Todos os cotistas que desejam investir um mesmo valor por cota e recebem uma rentabilidade equivalente à quantidade de cotas que o investidor possui. Portanto, quanto mais cotas compradas, maior o lucro.
‘Salário extra’ através dos dividendos
Dividendos se referem a uma parte dos lucros de uma empresa, que são distribuídos aos acionistas como forma de remuneração. A maior parte das empresas estáveis distribuem dividendos — visando “recompensar” seus atuais acionistas e também atrair novos.
Investindo de forma constantes, a tendência é que o valor dos dividendos comece a crescer — trazendo um valor maior para o cotista que se tornará um verdadeiro “segundo salário” para ele.

