No último pregão de setembro, as bolsas mundiais registram alta — se recuperando das baixas da semana. Os índices futuros dos Estados Unidos operam em alta na manhã desta sexta-feira (30), se recuperando após atingir menor nível desde novembro de 2020.
Em índices de mercado, nos EUA, às 9h30, haverá a divulgação do PCE de agosto, indicador de consumo pessoal considerado o índice preferido do Fed para acompanhar o comportamento de preços.
Outro “evento” de destaque são as falas de membros do Fed. Os mercados estarão atentos as indicações sobre o ritmo de aumentos futuros do BC americano.
Em contrapartida, na Ásia a maioria das bolsas fechou em queda após as baixas do mercado americana – embora novos dados mostrem que a atividade fabril da China cresceu acimada das expectativas em agosto.
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Em solo brasileiro, Lula e Bolsonaro trocaram diversos ataques envolvendo a corrupção no debate desta quinta-feira (29), que encerrou a propaganda eleitoral às vésperas das eleições 2022, que acontecerão neste domingo (2).
Em indicadores, às 9h, tem a taxa de desemprego de agosto, com consenso Refinitiv de 8,9%, uma queda em relação aos 9,1% de julho.
Estados Unidos

Os índices futuros dos Estados Unidos operam em alta nesta sexta-feira (30) após ter registrado forte queda. A Apple liderou o declínio da véspera, fechando em 4,9%, já que a gigante da tecnologia enfrentou relatos de recuo na demanda por seus novos produtos, especificamente o iPhone 14 . O Bank of America também rebaixou a gigante de tecnologia, o que pressionou as ações.
As ações da Nike também caíram no after-market depois que a empresa informou que as vendas aumentaram, mas problemas na cadeia de suprimentos e no estoque prejudicaram os resultados em seu primeiro trimestre fiscal.
Veja o desempenho dos mercados futuros:
Dow Jones Futuro (EUA), +0,60%
S&P 500 Futuro (EUA), +0,73%
Nasdaq Futuro (EUA), +0,69%
Ásia
Os mercados asiáticos recuaram nesta sexta, ainda impactados pelas mínimas das bolsas americanas – que atingiram um patamar de novas baixas na véspera. O Índice de Gerentes de Compras da indústria manufatureira da China cresceu em setembro para 50,1, muito acima dos 49,6 previstos por analistas em uma pesquisa da Reuters.
O yuan chinês se valorizou em relação ao dólar, estendendo os ganhos pela segunda sessão consecutiva depois que a Reuters informou que o banco central pediu aos bancos estatais que apoiassem a moeda.
Shanghai SE (China), -0,55%
Nikkei (Japão), -1,83%
Hang Seng Index (Hong Kong), +0,33%
Kospi (Coreia do Sul), -0,71%
Europa

Na Europa, os mercados operam em alta no último pregão de sexta-feira (30) – buscando se recuperar após a liquidação global registrada na sessão anterior. Na zona do euro, a inflação ao consumidor atingiu 10,0%, acima do consenso de mercado 0,7% e uma alta em relação aos 9,1% registrados no mês anterior.
A taxa de desemprego ajustada na área do euro foi de 6,6%, estável em relação a julho de 2022 e abaixo dos 7,5% em agosto de 2021.
FTSE 100 (Reino Unido), +0,71%
DAX (Alemanha), +1,00%
CAC 40 (França), +1,20%
FTSE MIB (Itália), +1,27%
‘Commodities’
As cotações do petróleo registraram alta e caminham para o seu primeiro ganho semanal em cinco semanas, apoiadas por um dólar mais fraco e a possibilidade de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+) cortar a produção de petróleo em sua reunião de 5 de outubro.
Petróleo WTI, +1,22%, a US$ 82,22 o barril
Petróleo Brent, +1,28%, a US$ 89,62 o barril
Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 0,07%, a 721,50 iuanes, o equivalente a US$ 101,73
Brasil
Ibovespa fecha em queda

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, fechou em queda de 0,73% nesta quinta-feira (29), chegando aos 107.664 pontos. O resultado veio após o Banco Central ter animado o mercado com estimativas positivas para os próximos meses. No entanto, o IBOV — assim como seus pares internacionais — foi diretamente afetado pelo aumento das tensões na Europa.
As preferenciais da Azul (AZUL4) e da Gol (GOLL4) foram as maiores quedas, com menos 8,60% e 7,96%, respectivamente. Já as ordinárias de Magazine Luiza (MGLU3) e de Americanas ([AMER3) caíram, na sequência, 6,47% e 7,06%.
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