As bolsas mundiais operam mistas aguardando pela divulgação dos balanços nesta sexta-feira (14). O último pregão da semana começa de forma mista para os mercados internacionais, após Wall Street registrar a pior queda para seus níveis mais baixos desde 2020.
No entanto, as bolsas registraram uma recuperação expressiva. Uma das hipóteses para a recuperação é de que os participantes do mercado apostam que o relatório de inflação acima das expectativas significa que os aumentos de preços atingirão o pico em breve.
Os índices futuros de Nova York operam em leve baixa nesta manhã de sexta-feira (14), com investidores de olho nos lucros dos grandes bancos. JPMorgan Chase, Wells Fargo, Morgan Stanley e Citigroup divulgarão seus balanços antes da abertura do mercado.
No campo dos indicadores, as vendas de varejo de setembro sairão às 9h30. No final da manhã, saem os últimos números do sentimento do consumidor da Universidade de Michigan.
A agenda traz a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), referente a agosto. O consenso Refinitiv aponta para um crescimento de 0,2% na comparação com julho e de 6,9% na base anual.
Estados Unidos

Os índices futuros dos EUA operam em baixa na manhã desta sexta-feira (14) à espera da divulgação dos balanços, esperando que os lucros do terceiro trimestre talvez possam vir em socorro do mercado.
Dow Jones Futuro (EUA), -0,36%
S&P 500 Futuro (EUA), -0,45%
Nasdaq Futuro (EUA), -0,70%
Ásia
As bolsas da Ásia registraram alta de 3%, refletindo o rally visto em Wall Street. Os mercados asiáticos fecharam no azul, com destaque para alta do Nikkei, do Japão, que subiu mais de 3%, com investidores repercutindo um forte relatório de inflação nos Estados Unidos.
O PIB de Cingapura cresceu 4,4% no terceiro trimestre e a autoridade monetária do país deve apertar ainda mais sua política monetária.
Shanghai SE (China), +1,84%
Nikkei (Japão), +3,25%
Hang Seng Index (Hong Kong), +1,21%
Kospi (Coreia do Sul), +2,30%
Europa

Os mercados da Europa operam em alta nesta sexta-feira (14), com investidores especulam que o governo do Reino Unido poderia estar prestes a dar meia-volta em suas controversas políticas fiscais. Relatórios na quinta-feira sugeriram que o governo poderia eliminar 43 bilhões de libras (US$ 48,6 bilhões) de cortes de impostos não financiados incluídos em seu chamado “mini-orçamento” em 23 de setembro.
FTSE 100 (Reino Unido), +0,67%
DAX (Alemanha), +0,41%
CAC 40 (França), +0,84%
FTSE MIB (Itália), +0,73%
‘Commodities’
Nesta sexta-feira as commodities registraram recuo com o aumento dos estoques de petróleo e gasolina nos Estados Unidos, enquanto a Arábia Saudita e Washington continuaram a discordar dos planos da Opep+ de reduzir a produção.
Petróleo WTI, -0,90%, a US$ 88,31 o barril
Petróleo Brent, -0,85%, a US$ 93,79 o barril
Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve baixa de 0,57%, a 702,50 iuanes, o equivalente a US$ 97,68
Brasil
Ibovespa fecha em queda de 0,46%

O Ibovespa fechou em queda de 0,46% nesta quinta-feira (13), chegando aos 114.300 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira não acompanhou a performance vista nos Estados Unidos, onde seus pares fecharam em alta.
As principais quedas do Ibovespa foram empresas ligadas a commodities, com destaque para as ações ordinárias da CSN Mineração (CMIN3) e da Vale (VALE3), com menos 5,56% e 1,78%, na sequência.
Em contrapartida, as ações ordinárias e preferenciais da Petrobras (PETR3; PETR4) subiram 4,05% e 3,13%, na esteira da alta do petróleo.
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