Bolsas entre perdas e ganhos; reunião do CMN, prévia do PIB do Brasil e mais

Bolsas entre perdas e ganhos; reunião do CMN, prévia do PIB do Brasil e mais (Foto: Pexels)

As bolsas amanheceram entre perdas e ganhos nesta quinta-feira (16). Os índices futuros dos EUA operam mistos, enquanto bolsas da Europa e da Ásia sobem, com investidores digerindo um relatório de vendas no varejo dos Estados Unidos mais forte do que o esperado na véspera, o que sugere uma economia americana resiliente, enquanto aguardam por mais dados de inflação. 

Os números do varejo reforçaram que o Federal Reserve (Fed) ainda tem muito trabalho pela frente, mas que o pouso suave pode ser alcançado. Dados semanais de pedidos de seguro-desemprego, bem como o relatório de início de habitação de janeiro, também serão divulgados nesta manhã de quinta-feira. 

No Brasil, sai o IBC-Br, considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), referente ao mês de dezembro. O consenso Refinitiv aponta para alta de 0,10% na comparação com o mês anterior. 

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a afirmar na véspera (15) que a taxa de juro real de 8% no Brasil é inexplicável. Segundo ele, as maiores economias do mundo e os países emergentes, em sua maioria, têm metas de inflação de 2% e 3%, mas possuem juros reais negativos. 

Nesta quinta, destaque para a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). Segundo Haddad, a discussão sobre metas de inflação não está na pauta do CMN, que define o patamar. O Conselho é formado por Haddad, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e a ministra do Planejamento, Simone Tebet. 

Estados Unidos

Os índices futuros dos EUA operam entre perdas e ganhos nesta manhã de quinta-feira, após vendas no varejo acima das expectativas, que reforçaram a mensagem de que a economia americana continua resiliente e que o Fed ainda tem muito trabalho pela frente.

Veja o desempenho dos mercados futuros:

  • Dow Jones Futuro (EUA), -0,02%

  • S&P 500 Futuro (EUA), -0,01%

  • Nasdaq Futuro (EUA), +0,05% 

Ásia

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam no azul, com exceção da Bolsa da China, com investidores digerindo o déficit comercial recorde do Japão de 3,5 trilhões de ienes (US$ 26 bilhões), aumentando 59% em comparação com os 2,2 trilhões registrados no mesmo período do ano anterior. Os mercados também digeriram as vendas no varejo americano mais forte do que o esperado.

  • Shanghai SE (China), -0,96%

  • Nikkei (Japão), +0,71%

  • Hang Seng Index (Hong Kong), +0,84%

  • Kospi (Coreia do Sul), +1,96% 

Europa

Os mercados europeus operam com alta nesta manhã, um dia depois que O FTSE 100, do Reino Unido, ultrapassou a marca de 8.000 pontos pela primeira vez na quarta-feira e fechou em alta de 0,55%, apesar dos mercados globais estarem em declínio.

Os dados de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Reino Unido publicados na quarta-feira levaram a inflação de janeiro para 10,1%, a terceira queda mensal consecutiva. Economistas da Reuters esperavam que a taxa caísse para 10,3%.

  • FTSE 100 (Reino Unido), +0,32%

  • DAX (Alemanha), +0,43%

  • CAC 40 (França), +0,70%

  • FTSE MIB (Itália), +0,53% 

‘Commodities’

  • Petróleo WTI, +0,43%, a US$ 78,93 o barril

  • Petróleo Brent, +0,23%, a US$ 85,60 o barril

  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 1,79%, a 880,00 iuanes, o equivalente a US$ 128,35 

Brasil

Ibovespa 

Ibovespa fecha em alta. (Foto: Divulgação)
Ibovespa fecha em alta. (Foto: Divulgação)

O Ibovespa fechou em alta de 1,62% nesta quarta-feira (15), aos 109.600 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira repercutiu, em grande parte, notícias provindas do cenário interno.

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