Bolsas mistas após dados da China; serviços no Brasil e mais destaques

Bolsas mistas antes de inflação ao produtor; discurso de Galípolo e outros destaques (Pexels)

As bolsas mundiais amanheceram mistas nesta terça-feira (16), com investidores repercutindo dados econômicos da China abaixo do esperado, enquanto aguardam uma reunião entre os líderes do Congresso e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sobre o teto da dívida dos EUA.

Os investidores aguardam ansiosamente o progresso de um acordo para aumentar o teto da dívida americana antes de 1º de junho, que é a data mais próxima que o Departamento do Tesouro disse que os EUA podem deixar de cumprir suas obrigações de dívida.

Na China, as vendas no varejo dispararam 18,4%, a produção industrial subiu 5,6% e o investimento em ativos fixos avançou 5,2% – todos abaixo das previsões de economistas consultados pela Reuters.

No Brasil, vai ser divulgado a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), referente ao mês de março. O consenso Refinitiv aponta para um crescimento de 0,6% na comparação com fevereiro e alta anual de 4,6%.

No campo corporativo, além da repercussão de uma intensa reta final da temporada de balanços, atenção à Petrobras (PETR4), que pode anunciar o fim da política de paridade de importação para os preços do diesel e da gasolina, segundo a CNN.

Estados Unidos

Os índices futuros dos EUA operam sem direção única nesta manhã de terça-feira, com investidores à espera de dados da produção industrial e as vendas no varejo realizadas em abril no país. Para a indústria, o consenso Refinitiv prevê avanço de 0,7% na comparação com março, mês em que houve retração na atividade industrial. Para o varejo, a previsão é de estabilidade.

Veja o desempenho dos mercados futuros:

  • Dow Jones Futuro (EUA), -0,05%

  • S&P 500 Futuro (EUA), -0,02%

  • Nasdaq Futuro (EUA), +0,08%

Ásia

Os mercados asiáticos fecharam mistos, à medida que investidores digeriam os principais dados econômicos da China que ficaram abaixo das estimativas, já que a economia continuou a mostrar um caminho de recuperação desigual à medida que emerge do impacto de suas rigorosas restrições à Covid.

  • Shanghai SE (China), -0,60%

  • Nikkei (Japão), +0,73%

  • Hang Seng Index (Hong Kong), +0,04%

  • Kospi (Coreia do Sul), +0,04% 

  • ASX 200 (Austrália), -0,45% 

Europa

Os mercados europeus também operam mistos, com repercussão de novos dados econômicos, notícias corporativas e acompanhando as negociações do teto da dívida dos EUA.

A taxa de desemprego do Reino Unido subiu para 3,9% nos três meses até março, acima do esperado.

  • FTSE 100 (Reino Unido), +0,16%

  • DAX (Alemanha), +0,14%

  • CAC 40 (França), +0,03%

  • FTSE MIB (Itália), +0,37% 

  • STOXX 600, -0,04%

‘Commodities’

  • Petróleo WTI, -0,72%, a US$ 70,60 o barril

  • Petróleo Brent, -0,70%, a US$ 74,70 o barril

  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 1,12%, a 723,50 iuanes, o equivalente a US$ 103,86 

Brasil

Ibovespa 

Ibovespa fecha em alta. (Foto: Divulgação)
Ibovespa fecha em alta. (Foto: Divulgação)

O Ibovespa fechou em alta de 0,52% nesta segunda-feira (15), aos 109.029 pontos, em seu oitavo pregão consecutivo com ganhos, acumulando alta de 7,10 % no período. O índice foi impulsionado pela valorização das commodities, pelo noticiário político brasileiro – e também contou com certa ajuda do cenário externo.

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