As bolsas mundiais registraram baixa nesta segunda-feira (14). Os índices futuros de Nova York operam em baixa, mesma direção de fechamento da maioria dos mercados asiáticos nesta segunda-feira (14), após o S&P 500 registrar seu maior ganho semanal em quase cinco meses.
Com a inflação apresentando desaceleração, investidores apostam que o Federal Reserve (Banco Central americano) em breve vá desacelerar seu ritmo de aperto monetário. A temporada de balanços continua, com forte ênfase no varejo. A Tyson Foods divulga os resultados na segunda-feira antes da abertura do pregão. Os grandes varejistas Walmart, Home Depot, Target, Lowe’s, Macy’s e Kohl’s estão programados para divulgar números esta semana.
Por aqui, destaque para o IBC-Br, conhecido como prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do brasileiro, o indicador referente a setembro será divulgado às 9h. Com poucos indicadores na agenda e em uma semana mais curta com o feriado de Proclamação da República na próxima terça (15), o investidor deverá acompanhar cada passo da equipe de transição do governo Lula e possíveis novas declarações do presidente eleito sobre política fiscal.
Estados Unidos

Os índices futuros dos Estados Unidos registraram baixa nesta segunda-feira (14), repercutindo dados de inflação mais brandos do que o previsto e investidores de olho nos rumos da política monetária do Fed.
Além disso, a apuração dos votos das eleições de meio de mandato no país (conhecidas midterms) ainda não terminou, mas já resultou em uma vitória do presidente americano, Joe Biden (e ao mesmo tempo uma derrota para o ex-presidente Donald Trump): os democratas mantiveram o controle do Senado após garantir ao menos 50 cadeiras.
A Câmara dos EUA tem 435 representantes, e para obter maioria um partido precisa controlar ao menos 218 cadeiras.
Veja o desempenho dos mercados futuros:
Dow Jones Futuro (EUA), -0,18%
S&P 500 Futuro (EUA), -0,29%
Nasdaq Futuro (EUA), -0,52%
Ásia
Os mercados asiáticos fecharam com baixa em sua maioria, com exceção da bolsa de Hong Kong, que subiu 1,70%, impulsionado pelas ações do setor imobiliário. Em contrapartida, o Nikkei, do Japão, recuou 1,06%, pressionado pela queda de 14% do peso- pesado SoftBank depois que seu fundo Vision relatou mais perdas.
Shanghai SE (China), -0,13%
Nikkei (Japão), -1,06%
Hang Seng Index (Hong Kong), +1,70%
Kospi (Coreia do Sul), -0,34%
Europa

Os mercados europeus operam com ligeira alta, com investidores avaliando as perspectivas do ritmo de aperto monetário nos Estados Unidos após dados recentes da inflação por lá, juntamente com um alerta do membro do Federal Reserve, Christopher Waller.
Ele sugeriu em uma conferência em Sydney no domingo (13) que o mercado pode ter reagido exageradamente ao relatório de inflação (CPI) da semana passada, e disse que os formuladores de políticas ainda têm um caminho a percorrer antes que o ciclo de alta chegue ao fim.
FTSE 100 (Reino Unido), +0,49%
DAX (Alemanha), +0,45%
CAC 40 (França), +0,47%
FTSE MIB (Itália), +0,72%
Brasil
Ibovespa avança 2,26%

O Ibovespa fechou em alta de 2,26% nesta sexta-feira (11), aos 112.253 pontos. O índice brasileiro, em parte, acompanhou o que foi visto no exterior, mas foi impulsionado principalmente pela performance das companhias exportadoras de commodities.
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